terça-feira, 7 de julho de 2009

Finjo que acredito para você acreditar que me engana!


Me esforcei bastante dessa vez para não criar um post sobre dawkins ou algo do tipo, meus leitores (pouquíssimos) poderiam criar uma imagem de mim como um adorador ou fanático evolucionista, mas o melhor está nas entrelinhas já dizia Clarice apud Gisele, por isso sejamos pacientes. Lembrei-me hoje de manhã daquelas tirinhas que tem em qualquer livro de biologia do ensino fundamental mostrando o macaco se transformando em um homem, perdendo os pelos e ficando ereto, parece que os professores de escola não sabem que o homem não evoluiu do macaco e sim de um ancestral comum, talvez minha utopia para um mundo melhor tivesse como um dos objetos o fim dessa idéia errônea, mas tudo bem prometi no início desse post que não abordaria coisas desse tipo; logo queria falar do frango de granja, aquele fiel membro da mesa do brasileiro, cozido, grelhado ou frito em que uma maioria, acho que 99 %, acreditam que frango de granja tem hormônios em sua alimentação para crescerem rapidamente, contudo tenho a triste (na verdade prazerosa) missão de lhe dá a notícia que frango nenhum possuem hormônios sintéticos, por dois simples motivos além de ser proibido é inviável financeiramente... vc sabe quanto custa hormônios sintéticos? talvez se déssemos hormônios a eles sairia mais barato comprarmos uma bela e sangrenta picanha argentina de que um simples franguinho... que achas? o que faz um frango atingir maturidade sexual e peso ideal para abate é uma dieta especial e melhoramento genético muitas vezes por seleção artificial (vide Fundamentos em Ecologia). Enquadro essa historia do frango como uma lenda urbana, que provavelmente surgiu por paranóicos em medicamentos inconformados com o tamanho reduzido (porém normal) dos galináceos domésticos normais. Talvez após lê esse post, você se deparare com frango em seu prato e lembrará de mim com um sorriso cômico...

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